será como que se chama quando a gente tá fazendo uma coisa em lugar da outra, e a coisa feita tem menos valor do que a que deveria ser feita? sabe... como chama quando a gente está com os pés e mãos suados, mas sem calor e também sem frio? bem... qual é o nome da coisa estranha que aperta a nossa garganta e puxa até o estômago, deixando uma sensação de aperto-vazio?
ai! eu sei que tem um nome pra quando você vai fazer algo que não pode declinar e que o corpo todo se desvia -- mas, só que do lado de dentro.
é..., não tem jeito. eu sei que tem um nome pra tudo isso... e isso tudo é mais do que uma coisa... e eu até sei quais são os nomes...
é, agora eu vou me aprontar pra encarar o que o meu lado de dentro não está desejando fazer.
ok! as 20h descobrirei se é verdade que nada está tão ruim que não possa melhorar. :(
querida tríade, na volta eu conto no que deu!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Aptos à Transcendência
antes desse blog que é composto por três anas -- embora não pareça -- eu tive um só meu! mas não deu em muita coisa, teve pouco tempo de vida!!!! ontem estava lendo um texto que nele publiquei no dia 19 de outubro de 2006, dois anos passaram!!! e decidi publicá-lo mais uma vez, pois é... vamos lá:
APTOS À TRANSCENDÊNCIA
Estou a vinte e três horas sem dormir. Não. Não estou participando de algum concurso, desses que levam as pessoas à exaustão, até que ao fim “sobreviva” apenas um. Tenho sofrido de uma insônia que creio já ser uma “amiga” (e das mais fiéis). Assim, durante estas últimas horas alternei em deitar-me na cama e sentar-me à frente do computador, a espera do sono chegar.
A quinze anos passados seria inimaginável a quantidade de lugares que percorri no Google Earth, e o sem fim de informações que passaram pelos meus olhos em tão pouco tempo. Isso sem mencionar as pessoas com quem conversei e joguei xadrez (essas eu jamais vi). Agora exausta, percebo que pouco me lembro do que li e dos “lugares em que eu fui”. E as pessoas com quem conversei? Delas eu nem sei os seus nomes.
É consenso que vivemos no século da informação, que a tecnologia já se estabeleceu e que nós é que precisamos nos adequar a ela. Aliás, esse é um fato curioso, o novo chegou para nos facilitar a vida, mas, nós é que temos de nos ajustar ao que ele traz — realmente sou do século passado!
Não faço parte dos que desejam um retorno (em absoluto impossível) aos velhos tempos, eles já passaram e não voltarão jamais. Entretanto, tal impossibilidade não diz respeito a uma volta ao interior de nós mesmos, numa expedição cujo o alvo é a descoberta de quem nós somos.
No meio de todo o “barulho” que a modernidade produz não temos percebido que há algo mais do que esta infindável necessidade de sempre estarmos em dia com “lá se sabe o quê”. Somos feitos para a transcendência. Isso é facilmente notado quando nos apercebemos insatisfeitos diante daquilo que acabamos de obter e que noutro momento era a nossa “chave da felicidade”.
Se conseguíssemos ter em nossas mentes a imagem de uma nova realidade onde o nosso eu encontra o seu lugar de origem, cabalmente romperíamos com a armadura que pensamos imprescindível à nossa permanência na Terra.
Todos nós somos aptos a transcender, o que nos tem faltado é a compreensão de que estamos insatisfeitos com a nossa existência. Esta insatisfação bendita só é real quando nos impele a um estágio que mais cedo, ou, mais tarde, nos trará mais intensa inquietação e desejo de “sair pra fora” e desta forma sucessivas vezes até o dia em que o mais resistente dos seres humanos também transcenderá — romperemos com o nosso corpo físico.
A Paz.
Até.
APTOS À TRANSCENDÊNCIA
Estou a vinte e três horas sem dormir. Não. Não estou participando de algum concurso, desses que levam as pessoas à exaustão, até que ao fim “sobreviva” apenas um. Tenho sofrido de uma insônia que creio já ser uma “amiga” (e das mais fiéis). Assim, durante estas últimas horas alternei em deitar-me na cama e sentar-me à frente do computador, a espera do sono chegar.
A quinze anos passados seria inimaginável a quantidade de lugares que percorri no Google Earth, e o sem fim de informações que passaram pelos meus olhos em tão pouco tempo. Isso sem mencionar as pessoas com quem conversei e joguei xadrez (essas eu jamais vi). Agora exausta, percebo que pouco me lembro do que li e dos “lugares em que eu fui”. E as pessoas com quem conversei? Delas eu nem sei os seus nomes.
É consenso que vivemos no século da informação, que a tecnologia já se estabeleceu e que nós é que precisamos nos adequar a ela. Aliás, esse é um fato curioso, o novo chegou para nos facilitar a vida, mas, nós é que temos de nos ajustar ao que ele traz — realmente sou do século passado!
Não faço parte dos que desejam um retorno (em absoluto impossível) aos velhos tempos, eles já passaram e não voltarão jamais. Entretanto, tal impossibilidade não diz respeito a uma volta ao interior de nós mesmos, numa expedição cujo o alvo é a descoberta de quem nós somos.
No meio de todo o “barulho” que a modernidade produz não temos percebido que há algo mais do que esta infindável necessidade de sempre estarmos em dia com “lá se sabe o quê”. Somos feitos para a transcendência. Isso é facilmente notado quando nos apercebemos insatisfeitos diante daquilo que acabamos de obter e que noutro momento era a nossa “chave da felicidade”.
Se conseguíssemos ter em nossas mentes a imagem de uma nova realidade onde o nosso eu encontra o seu lugar de origem, cabalmente romperíamos com a armadura que pensamos imprescindível à nossa permanência na Terra.
Todos nós somos aptos a transcender, o que nos tem faltado é a compreensão de que estamos insatisfeitos com a nossa existência. Esta insatisfação bendita só é real quando nos impele a um estágio que mais cedo, ou, mais tarde, nos trará mais intensa inquietação e desejo de “sair pra fora” e desta forma sucessivas vezes até o dia em que o mais resistente dos seres humanos também transcenderá — romperemos com o nosso corpo físico.
A Paz.
Até.
pensamentando -- do outro em nós
estava pensando agora a pouco em como há coisas que não entendo (risos), é verdade que não entendo a maioria das coisas!
mas, tava refletindo em como alguém que jamais vimos, e por isso não chegou a morar dentro de nós -- portanto, nunca nos fez falta. pode de repente passar fazer parte de nossa vida. assim, primeiro conhecemos e depois convivemos, e pronto! sem saber como e nem por que não saberíamos mais viver sem essa pessoa. isso não é estranho?!
sei lá! e como saberia?! tem coisa mais simples na vida que eu não sei, né?!
valeu pessoal!!!
bjinhos,
sempre com carinho ;)
mas, tava refletindo em como alguém que jamais vimos, e por isso não chegou a morar dentro de nós -- portanto, nunca nos fez falta. pode de repente passar fazer parte de nossa vida. assim, primeiro conhecemos e depois convivemos, e pronto! sem saber como e nem por que não saberíamos mais viver sem essa pessoa. isso não é estranho?!
sei lá! e como saberia?! tem coisa mais simples na vida que eu não sei, né?!
valeu pessoal!!!
bjinhos,
sempre com carinho ;)
sábado, 18 de outubro de 2008
... aprendi na terapia...
novamente estou insone. os passarinhos já começaram a cantar... que cantem, pois felizes estão! é... já eu não posso dizer o mesmo de mim, uma vez que eu não canto nada! e nem mesmo feliz estou! (risos)
falando em felicidade, essa tal não é minha conhecida, pouco a vejo e quando nos encontramos é muito rápido. sabe, por causa dela já fiz terapia... lá descobri algumas coisas, inclusive que sou feliz à minha maneira. e que cada um o é a sua. eu por exemplo, sou feliz com traços fortes de melancolia.
ô tríade, nem sei porque cheguei nesse assunto, mas já que aqui estamos direi mais uma coisa que aprendi durante meu tempo de terapia. que mais me vale ter paz do que essa tão almejada felicidade constante -- creio que ela não exista (ao menos como algo freqüente em nossas vidas).
a paz... essa sim, essa pode ser constante em nossas vidas se cuidarmos dela, e do que nos cerca fora e dentro de nós.
falando nisso, no final da noite passada não tomei conta de mim e perdi a minha paz -- razão que não consegui dormir. estou inquieta e insone! mas... a paz sempre volta, eu já a prendi! :)
queridos três, bom final de semana!!! ;)
até.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
sensibilidade
olá, gente! mais uma vez apareço depois de um período de sumiço, bem... isso já é uma constante né?! nem comentarei... mas... juro que venho aqui sempre pra dizer algo, mas acontece que não acontece!! (risos)
sou alguém que gosto de música. não sou daquelas pessoas que não vivem sem uma musiquinha rolando. eu aprecio também períodos sem música, porque também gosto do silêncio. e assim vou vivendo...
ultimamente tenho ouvido muitas coisas e de todos os gêneros, como sempre -- excetuando samba e os amiguinhos dele (é... "... devo ser doente do pé..."). E em minhas andanças em sites de baixar músicas descobri uma do Fábio de Melo, que a letra me deixou profundamente pensativa (no mínimo). então resolvi colocar aqui para que a querida tríade também possa refletir em algo tão sensível, e quem saiba até fazer uma comentariosinho aí em baixo (risos):
===§===
CONTRÁRIOS
Letra: Fábio de Melo
Só quem já provou a dor
Quem sofreu, se amargurou
Viu a cruz e a vida em tons reais
Quem no certo procurou
Mas no errado se perdeu
precisou saber recomeçar
Só quem já perdeu na vida sabe o que é ganhar
Porque encontrou na derrota algum motivo para lutar
E assim viu no outono a primavera
Descobriu que é no conflito que a vida faz crescer
Que o verso tem reverso
Que o direito tem o avesso
Que o de graça tem seu preço
Que a vida tem contrários
E a saudade é um lugar
Que só chega quem amou
E o ódio é uma forma tão estranha de amar
Que o perto tem distâncias
E o esquerdo tem direito
Que a resposta tem pergunta
E o problema solução
E que o amor começa aqui
No contrário que há em mim
E a sombra só existe quando brilha alguma luz.
Só quem soube duvidar
Pôde enfim acreditar
Viu sem ver e amou sem aprisionar
Quem no pouco se encontrou
Aprendeu multiplicar
Descobriu o dom de eternizar
Só quem perdoou na vida sabe o que é amar
Porque aprendeu que o amor só é amor
Se já provou alguma dor
E assim viu grandeza na miséria
Descobriu que é no limite
Que o amor pode nascer
Quem desejar ouvir a música (a qualidade não está muito boa, mas...)
Pois é queridos, bjinhos e boa semana! :)
sou alguém que gosto de música. não sou daquelas pessoas que não vivem sem uma musiquinha rolando. eu aprecio também períodos sem música, porque também gosto do silêncio. e assim vou vivendo...
ultimamente tenho ouvido muitas coisas e de todos os gêneros, como sempre -- excetuando samba e os amiguinhos dele (é... "... devo ser doente do pé..."). E em minhas andanças em sites de baixar músicas descobri uma do Fábio de Melo, que a letra me deixou profundamente pensativa (no mínimo). então resolvi colocar aqui para que a querida tríade também possa refletir em algo tão sensível, e quem saiba até fazer uma comentariosinho aí em baixo (risos):
===§===
CONTRÁRIOS
Letra: Fábio de Melo
Só quem já provou a dor
Quem sofreu, se amargurou
Viu a cruz e a vida em tons reais
Quem no certo procurou
Mas no errado se perdeu
precisou saber recomeçar
Só quem já perdeu na vida sabe o que é ganhar
Porque encontrou na derrota algum motivo para lutar
E assim viu no outono a primavera
Descobriu que é no conflito que a vida faz crescer
Que o verso tem reverso
Que o direito tem o avesso
Que o de graça tem seu preço
Que a vida tem contrários
E a saudade é um lugar
Que só chega quem amou
E o ódio é uma forma tão estranha de amar
Que o perto tem distâncias
E o esquerdo tem direito
Que a resposta tem pergunta
E o problema solução
E que o amor começa aqui
No contrário que há em mim
E a sombra só existe quando brilha alguma luz.
Só quem soube duvidar
Pôde enfim acreditar
Viu sem ver e amou sem aprisionar
Quem no pouco se encontrou
Aprendeu multiplicar
Descobriu o dom de eternizar
Só quem perdoou na vida sabe o que é amar
Porque aprendeu que o amor só é amor
Se já provou alguma dor
E assim viu grandeza na miséria
Descobriu que é no limite
Que o amor pode nascer
Quem desejar ouvir a música (a qualidade não está muito boa, mas...)
Pois é queridos, bjinhos e boa semana! :)
sábado, 27 de setembro de 2008
ao olhar ao meu redor...
pois é... ando meio assim... sempre assim... (heheehe) tendo o que dizer, mas sem conseguir colocar aqui nesse espaço nosso :), mas vamos lá!
ja deixei claro, outro dia, que presto atenção nas coisas pequenas da vida, do cotidiano... na semana passada estava voltando da locadora de vídeo e a rua em que eu passava estava sendo mexida pela PMV. havia um trabalhador varrendo a terra que estava sobre parte do asfalto, no instante em que foi varrer a tampa de ferro que fica no meio da pista, observei que o fez com tanta leveza, muito cuidado... eu diria que até com um certo carinho... fiquei encantada!
um trabalhador de serviço tido como pesado (e de verdade pesado!) sendo tão leve no exercício do seu afazer. e fiquei pensando nisso... até agora penso naquela cena -- um homem que trabalha com materiais sem vida sendo tão zeloso... e eu que exerço o meu existir com materiais humanos, na maioria das vezes sem cuidado. por vezes desajeitada, faltando com a leveza necessária à relação.
mas, sou insistente e continuarei a seguir meu trecho -- e creio que a melhora é o meu destino, afinal tenho me aplicado a aprender ser gente. e meus queridos, como é difícil esse lance de ser gente, não é?!
dessa forma... vou saindo desse nosso contato (ehehe).
amanhã é o início de mais uma semana e a continuação de nossas vidas nem um pouco paradas, não é?! pois bem...
a paz e leveza a todos nós!
bjinhos, :)
ja deixei claro, outro dia, que presto atenção nas coisas pequenas da vida, do cotidiano... na semana passada estava voltando da locadora de vídeo e a rua em que eu passava estava sendo mexida pela PMV. havia um trabalhador varrendo a terra que estava sobre parte do asfalto, no instante em que foi varrer a tampa de ferro que fica no meio da pista, observei que o fez com tanta leveza, muito cuidado... eu diria que até com um certo carinho... fiquei encantada!
um trabalhador de serviço tido como pesado (e de verdade pesado!) sendo tão leve no exercício do seu afazer. e fiquei pensando nisso... até agora penso naquela cena -- um homem que trabalha com materiais sem vida sendo tão zeloso... e eu que exerço o meu existir com materiais humanos, na maioria das vezes sem cuidado. por vezes desajeitada, faltando com a leveza necessária à relação.
mas, sou insistente e continuarei a seguir meu trecho -- e creio que a melhora é o meu destino, afinal tenho me aplicado a aprender ser gente. e meus queridos, como é difícil esse lance de ser gente, não é?!
dessa forma... vou saindo desse nosso contato (ehehe).
amanhã é o início de mais uma semana e a continuação de nossas vidas nem um pouco paradas, não é?! pois bem...
a paz e leveza a todos nós!
bjinhos, :)
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
aqui... eu... sem paz
estava deitada tentando dormir. estou numa semana cheia de coisas para fazer e estudar, e amanhã terei cedo o que fazer. mas... acontece que não consigo dormir! parece que está havendo uma competição onde os participantes são meu corpo agitado, meus pesamentos pertubados e meu coração disparado -- acho que eles combinaram algo sem eu saber!
pois é... e aonde vim parar?! aqui nesse espaço que sei pouquíssimo freqüentado! ainda bem, querida tríade, que poucos vêm aqui. porque nesse momento estou me sentindo protegida aqui! curioso isso, não? sentir-se protegida numa página da web aonde qualquer um que pesquise no google acha. mas, é isso o que acontece!
é... não tenho basicamente nada pra dizer, senão que eu gostaria de estar em paz e dormindo.
nesse instante lembrei de uma música que ouvi hoje "... há uma luz no fim do túnel e não é um trem na contra mão..." aaaaaaaaaah como é bom saber disso!!
valeu, pessoal.
bjin,
até.
pois é... e aonde vim parar?! aqui nesse espaço que sei pouquíssimo freqüentado! ainda bem, querida tríade, que poucos vêm aqui. porque nesse momento estou me sentindo protegida aqui! curioso isso, não? sentir-se protegida numa página da web aonde qualquer um que pesquise no google acha. mas, é isso o que acontece!
é... não tenho basicamente nada pra dizer, senão que eu gostaria de estar em paz e dormindo.
nesse instante lembrei de uma música que ouvi hoje "... há uma luz no fim do túnel e não é um trem na contra mão..." aaaaaaaaaah como é bom saber disso!!
valeu, pessoal.
bjin,
até.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
... uma coisa tão simples...
olá, povo que nos lê!!! :)
sou uma pessoa que se encanta pelas pequenas coisas do cotidiano, de vez em quando ao caminhar na rua vejo algo e penso "colocarei sobre isso no blog", mas depois desisto de colocar, pois imagino que não interessaria a ninguém.
assim, hoje falarei sobre o meu andar. isso mesmo, sobre o eu estar deambulando feliz da vida!
queridos, os mais próximos sabem o quanto nos últimos sete meses da minha vida senti dores e andei com dificuldade devido a um problema nos joelhos. me locomover fora de casa estava sendo muito ruim, assim quando eu ouvia "vamos fazer isso..." eu já não ouvia com 'bons ouvidos', posto que andar ia me causar dor. ok?!
muito bem, acontece que nas duas últimas semanas devido aos remédios e ao tratamento que estou cumprindo eu não tenho mais sentido dores. mas, isso eu não percebi de forma imediata, foi andando ontem que pensei "... nó! tou andando mais rápido e sem dor!" e continuei andando toda felizinha.
depois fiquei refletindo a respeito de uma coisa tão comum em minha vida quanto andar sem dor, ou melhor, poder andar normalmente ter trazido tanta alegria pra mim. então agradeci a Deus por poder andar, me locomover, ir e vir na hora que quiser. Meu Deus, como isso me deixa feliz e eu não sabia!!
os que me conhecem sabem que o meu pensamento não ficaria só aí... (risos) continuei pensando... e passei por algumas coisas, concluindo que eu preciso ceder mão das coisas diárias que me impedem de poder olhar com carinho às coisas comuns que o dia a dia tem, pois de certo ficarei muito mais encantada do que de costume pelo fato de estar viva e poder viver.
amada tríade, obrigada pela fiel frequência a este embrião de blog!
sempre com carinho,
bjinhos ;)
sou uma pessoa que se encanta pelas pequenas coisas do cotidiano, de vez em quando ao caminhar na rua vejo algo e penso "colocarei sobre isso no blog", mas depois desisto de colocar, pois imagino que não interessaria a ninguém.
assim, hoje falarei sobre o meu andar. isso mesmo, sobre o eu estar deambulando feliz da vida!
queridos, os mais próximos sabem o quanto nos últimos sete meses da minha vida senti dores e andei com dificuldade devido a um problema nos joelhos. me locomover fora de casa estava sendo muito ruim, assim quando eu ouvia "vamos fazer isso..." eu já não ouvia com 'bons ouvidos', posto que andar ia me causar dor. ok?!
muito bem, acontece que nas duas últimas semanas devido aos remédios e ao tratamento que estou cumprindo eu não tenho mais sentido dores. mas, isso eu não percebi de forma imediata, foi andando ontem que pensei "... nó! tou andando mais rápido e sem dor!" e continuei andando toda felizinha.
depois fiquei refletindo a respeito de uma coisa tão comum em minha vida quanto andar sem dor, ou melhor, poder andar normalmente ter trazido tanta alegria pra mim. então agradeci a Deus por poder andar, me locomover, ir e vir na hora que quiser. Meu Deus, como isso me deixa feliz e eu não sabia!!
os que me conhecem sabem que o meu pensamento não ficaria só aí... (risos) continuei pensando... e passei por algumas coisas, concluindo que eu preciso ceder mão das coisas diárias que me impedem de poder olhar com carinho às coisas comuns que o dia a dia tem, pois de certo ficarei muito mais encantada do que de costume pelo fato de estar viva e poder viver.
amada tríade, obrigada pela fiel frequência a este embrião de blog!
sempre com carinho,
bjinhos ;)
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
eu, de volta
Gente! tem mais de um mês que não venho aqui! quanto tempo!!! Acho que vou contratar uma diarista pra limpar a poeira! hehehehe
Já peço desculpas aos nossos três leitores! É que a vida tem estado meio... (melhor nem dizer, né?!) Pois é... estou propondo a mim mesma vir mais vezes aqui agora :) .
Hoje vou colocar um poema que amei e é de uma poeta que simplismente adoro, lá vai:
*&*
Cegueira Bendita*
Ando perdida nestes sonhos verdes
De ter nascido e não saber quem sou,
Ando ceguinha a tatear paredes
E nem ao menos sei quem me cegou!
Não vejo nada, tudo é morto e vago...
E a minha alma cega, ao abandono
Faz-me lembrar o nenúfar dum lago
'stendendo as asas brancas cor do sonho...
Ter dentro d'alma na luz de todo o mundo
E não ver nada nesse mar sem fundo,
Poetas meus irmãos, triste sorte!...
E chamam-nos a nós iluminados!
Pobres cegos sem culpas, sem pecados,
A sofrer pelos outros té a morte!
*Florbela Espanca, Trocando Olhares, 24 de abril de 1917.
*&*
Pois é, amada tríade, espero ter voltado para mais um longo período de presença! ;)
Já peço desculpas aos nossos três leitores! É que a vida tem estado meio... (melhor nem dizer, né?!) Pois é... estou propondo a mim mesma vir mais vezes aqui agora :) .
Hoje vou colocar um poema que amei e é de uma poeta que simplismente adoro, lá vai:
*&*
Cegueira Bendita*
Ando perdida nestes sonhos verdes
De ter nascido e não saber quem sou,
Ando ceguinha a tatear paredes
E nem ao menos sei quem me cegou!
Não vejo nada, tudo é morto e vago...
E a minha alma cega, ao abandono
Faz-me lembrar o nenúfar dum lago
'stendendo as asas brancas cor do sonho...
Ter dentro d'alma na luz de todo o mundo
E não ver nada nesse mar sem fundo,
Poetas meus irmãos, triste sorte!...
E chamam-nos a nós iluminados!
Pobres cegos sem culpas, sem pecados,
A sofrer pelos outros té a morte!
*Florbela Espanca, Trocando Olhares, 24 de abril de 1917.
*&*
Pois é, amada tríade, espero ter voltado para mais um longo período de presença! ;)
domingo, 10 de agosto de 2008
Poema de madrugada
Às vezes o coração não bate.
Sim, às vezes , não bate o tal músculo involuntário.
Pelo menos, não como deveria.
Descompassado ignora a realidade,
Amedrontado foge
Ou, simplesmente não bate.
Deveria bater,
como correm as horas pro infinito
como vão os dias pro nada.
Mas insiste na inércia.
O que os olhos vêem
Fazem o peito dar pausas.
Sim, às vezes , não bate o tal músculo involuntário.
Pelo menos, não como deveria.
Descompassado ignora a realidade,
Amedrontado foge
Ou, simplesmente não bate.
Deveria bater,
como correm as horas pro infinito
como vão os dias pro nada.
Mas insiste na inércia.
O que os olhos vêem
Fazem o peito dar pausas.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Licença
Desculpem, precisava de um espaço maior que eu mesma. Resolvi derramar-me neste...
Ah ... Senhor !!!
Eu sei que Tu és Deus! Verdadeiramente exaltado entre as nações, exaltado sobre a Terra!!!
Nada, ninguém, coisa alguma se compara a Ti!!! És o que há de bom: em qualquer um, em qualquer lugar, em mim...
Pai, como eu preciso de Ti. Tanto que não sei como dizer, tanto que as lágrimas passam por cima de mim, tanto, tanto, tanto...
Pai, como eu Te quero. Amar-te. Ouvir-te. Servir-te. Ser tua...
Como sou incompetente... queria ser mais Senhor... mais parecida contigo, menos alimentada por mim...
E falho... Quero ser melhor e sou um lixo...
Quero amar-te e dou de costas...
Quero servir-te e sou incapaz...
Sei que não te conto novidades. Sei que sabes de mim. Mais que eu...
Entendo Paulo, Davi, Pedro, Maria... queria corresponder-te e afasto-me.
"O bem que quero não faço. O mal que detesto..."
Quero ir , Papai, além da minha religião... Ir além dos meus pré-conceitos... Ir ao lugar onde estás... e estás tão perto ...
Porque me perco? Em mim? Nos meus pensamentos? Na minha fraqueza?
Sei sou humana, mas queria ser mais filha.
Enxergar-te além da minha dor, da minha falta, da minha irritação, da minha inconstância e incosistência...
Experimentar o Senhor e como diz a canção "ter intimidade contigo, me assentar, ouvir o teu falar, estar contigo SIMPLESMENTE para te amar e te adorar".
Dar fim a mim mesma e a minha voz e escutar-te...
AQUIETAR-ME ...
SABER QUE O SENHOR É DEUS...
Eu pequena em tuas mãos... carente de misericórdia, amor, graça e colo (muito colo) !!!!
Toma-me.
Somente mais uma vez vez: toma-me!!!
Sou tua. Estou aqui.
Ah ... Senhor !!!
Eu sei que Tu és Deus! Verdadeiramente exaltado entre as nações, exaltado sobre a Terra!!!
Nada, ninguém, coisa alguma se compara a Ti!!! És o que há de bom: em qualquer um, em qualquer lugar, em mim...
Pai, como eu preciso de Ti. Tanto que não sei como dizer, tanto que as lágrimas passam por cima de mim, tanto, tanto, tanto...
Pai, como eu Te quero. Amar-te. Ouvir-te. Servir-te. Ser tua...
Como sou incompetente... queria ser mais Senhor... mais parecida contigo, menos alimentada por mim...
E falho... Quero ser melhor e sou um lixo...
Quero amar-te e dou de costas...
Quero servir-te e sou incapaz...
Sei que não te conto novidades. Sei que sabes de mim. Mais que eu...
Entendo Paulo, Davi, Pedro, Maria... queria corresponder-te e afasto-me.
"O bem que quero não faço. O mal que detesto..."
Quero ir , Papai, além da minha religião... Ir além dos meus pré-conceitos... Ir ao lugar onde estás... e estás tão perto ...
Porque me perco? Em mim? Nos meus pensamentos? Na minha fraqueza?
Sei sou humana, mas queria ser mais filha.
Enxergar-te além da minha dor, da minha falta, da minha irritação, da minha inconstância e incosistência...
Experimentar o Senhor e como diz a canção "ter intimidade contigo, me assentar, ouvir o teu falar, estar contigo SIMPLESMENTE para te amar e te adorar".
Dar fim a mim mesma e a minha voz e escutar-te...
AQUIETAR-ME ...
SABER QUE O SENHOR É DEUS...
Eu pequena em tuas mãos... carente de misericórdia, amor, graça e colo (muito colo) !!!!
Toma-me.
Somente mais uma vez vez: toma-me!!!
Sou tua. Estou aqui.
frase -- São Bernardo de Claraval*
Há quem busque o saber pelo saber: é uma torpe curiosidade.
Há quem busque o saber para se exibir: é uma torpe vaidade.
Há quem busque o saber para vendê-lo: é um torpe tráfico.
Mas há quem busque o saber para edificar, e isto é caridade.
E há quem busque o saber para se edificar, e isto é prudência.
*São Bernardo de Claraval, Sobre o cantar dos cantares, Sermão 36, III.
estimados três, uma boa semana cheinha de coisas boas para vocês! :)
até.
Há quem busque o saber para se exibir: é uma torpe vaidade.
Há quem busque o saber para vendê-lo: é um torpe tráfico.
Mas há quem busque o saber para edificar, e isto é caridade.
E há quem busque o saber para se edificar, e isto é prudência.
*São Bernardo de Claraval, Sobre o cantar dos cantares, Sermão 36, III.
estimados três, uma boa semana cheinha de coisas boas para vocês! :)
até.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
conselho de mãe quando não é ouvido vira praga

querida tríade, quanto tempo, não?!
pois é... tenho estado sumida mesmo. creio que tenho estado sumida até mesmo de mim! vá entender, né?!
nesse momento, diferente dos demais momentos em que venho aqui de madrugada, estou com sono -- mas não consigo dormir. e assim na prática estou insone. :(
estou com tantas coisas rodeando a minha mente que nem sei o que dizer... não sei se é do interesse de você que está lendo, mas me ocorreu de falar da minha tarde.
ontem -- porque agora já é hoje -- estava lendo um bom livro de um autor que nasceu para escrever (por favor entenda que nos dias de hoje tal ressalva é pertinente), quando de súbito lembrei de um livro que gostaria muito de encontrar, e eu sabia, ou pensava saber que estava no maleiro... resumindo, desci três caixas grandes e cheias de materiais do meu primeiro curso, joguei TUDO fora, salvei apenas as pastas para posterior uso! nessa brincadeira, subi e desci diversas vezes carregando peso, e agora não consigo deitar, sentar, andar ou qualquer coisa que mova os "meus quartinhos" as minhas costas estão "vivas" e protestantes! e o livro? não encontrei!
mas... encontrei algumas coisas que em outras ocasiões pretendo falar a respeito, agora não. ainda quero dizer o que aconteceu enquanto descartava o material... de tudo que joguei fora, umas duzenta folhas eram muito importantes para mim, e eu não quis jogá-las no lixo, e decidi colocar fogo! pois bem, achando que o tanque aqui de casa fosse de pedra, ou coisa parecida coloquei tudo dentro e ateei fogo! o caso é que o tanque era de fibra de vidro e por pouco não derreteu! e agora está com duas cores, uma cuba cor de gelo e a outra cor de "gente burra que pôs fogo".
nessa brincadeira, só pude mais uma vez constatar que a minha mãe é uma santa. enquanto o fogo subia ela gritava dizendo que eu ia por fogo no prédio e coisas do gênero! e quando eu tentava limpar a m#&*@ que havia feito ela dizia horrores pra mim e um deles foi: "estou farta de você até a minha alma!".
sabe, eu achei que ia durar pelo menos umas 24 horas a ira materna, mas em menos de 3 horas ela já estava normalzinha, normalzinha, nem parecia que ela havia ganhado um tanque bicolor! de verdade eu não mereço a mãe que eu tenho!
depois da minha tarde de Nero, estou curtindo uma madrugada doída! acho que a minha mãe amarrou o meu nome na boca de um anjo e me entregou pra Deus! leitores fiéis, ela agora merecidamente está dormindo como a santa que é, e eu não consigo nem respirar (devido as dores provenientes do esforço com as caixas pesadas, e para limpar o tanque, mais a alergia que a fumaça provocou) e ainda ouço ela dizendo: "você sabe que é teimosa, e que quando eu falo as coisas é pra você ouvir, porque o que você tá fazendo sempre dá errado!"
amados três, só me lembro de um ditado nesse momento:
"conselho de mãe quando não é ouvido vira praga." kakakakkakakakkaka
pois é... espero voltar aqui com mais ânimo e menos dores! hehe
bjinhos
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